Negócio da 'machosfera' lucra com discurso anti-mulheres
Negócio lucrativo da 'machosfera' se espalha globalmente, com influenciadores lucrando com discurso anti-mulheres impulsionado por redes sociais.

Uma indústria lucrativa emergiu da chamada 'machosfera', um movimento global que espalha o desprezo pelas mulheres na internet. Iniciado em países ricos com figuras como Andrew Tate, o fenômeno se globalizou, alcançando influenciadores na África e América Latina, que atraem multidões e geram altos rendimentos.
Esses criadores de conteúdo diversificam suas mensagens, que vão desde o suposto empoderamento masculino até ataques diretos ao feminismo e às mulheres. A crescente divisão de gênero é alimentada pelos algoritmos das redes sociais, que impulsionam essa indústria.
A exploração dessa indústria foi investigada no Quênia e no México, onde influenciadores, fãs fervorosos e mulheres impactadas pelo fenômeno foram ouvidos.