Rio de Janeiro em 2002: um retrato da cidade no último título do Brasil

Um olhar nostálgico sobre o Rio de Janeiro de 2002, ano do último título mundial do Brasil, destacando mudanças na política, infraestrutura e entretenimento.

Rio de Janeiro em 2002: um retrato da cidade no último título do Brasil

A cidade do Rio de Janeiro celebrava o pentacampeonato da Seleção Brasileira em 2002 em um cenário urbano significativamente diferente do atual. Naquele ano, a capital fluminense era administrada pelo prefeito Cesar Maia, que retornara ao cargo em 2001. O governo do estado era comandado por Anthony Garotinho, que deixou a função em abril para disputar a presidência, sendo sucedido por Benedita da Silva.

A infraestrutura de lazer e cultura também apresentava particularidades. O espaço de shows hoje conhecido como Qualistage, na Barra da Tijuca, era o ATL Hall. O Metrô Rio possuía uma malha viária menor, com a expansão para a Barra da Tijuca ainda em projeto. Casas de espetáculos como o Canecão, em Botafogo, e o Hard Rock Café, na Barra, eram pontos de referência cultural e gastronômica.

Outras transformações marcantes incluíram o Imperator, no Méier, que viria a se tornar o Centro Cultural João Nogueira, e a região de Jacarepaguá, que abrigava o Autódromo de Jacarepaguá, posteriormente demolido para dar lugar ao Parque Olímpico. A Zona Sudoeste também contava com parques aquáticos como Rio Water Planet e Wet'n Wild.