Pochettino ignora 'maldição' dos EUA contra europeus
Mauricio Pochettino, técnico dos EUA, minimiza a "maldição" contra europeus, chamando de coincidência. Seleção enfrenta a Bósnia em busca de quebrar retrospecto negativo.

Mauricio Pochettino, comandante da seleção dos Estados Unidos, descartou a ideia de uma "maldição" que historicamente desfavorece sua equipe contra adversários do continente europeu. O treinador argentino classificou o retrospecto como uma simples "coincidência" em um momento crucial.
A declaração surge na véspera do importante duelo da fase de 16-avos de final contra a Bósnia, marcado para esta quarta-feira, dia 1º. A partida acontecerá em Santa Clara, uma localidade próxima a São Francisco, no estado da Califórnia.
Pochettino busca afastar a pressão histórica e focar no desempenho da equipe atual. A expectativa é que a seleção americana consiga quebrar essa sequência negativa e avançar na competição, demonstrando força contra um oponente europeu.
A análise do treinador sugere uma abordagem pragmática, onde o passado não deve ditar o futuro. A confiança na capacidade dos jogadores e na estratégia tática serão os pilares para enfrentar a Bósnia e, consequentemente, desmistificar qualquer crença em um desfavorecimento intrínseco contra seleções europeias.