Tatu-bola, mascote da Copa 2014, ganha plano de proteção
O tatu-bola, mascote da Copa de 2014 e símbolo da caatinga, terá plano de proteção devido a ameaças de extinção.

O tatu-bola, que ganhou fama internacional como mascote "Fuleco" na Copa do Mundo de 2014, continua em perigo de extinção no Brasil. Apesar da visibilidade obtida, o animal, típico da caatinga nordestina, enfrenta ameaças como a expansão de empreendimentos energéticos, estradas e o avanço da agropecuária em seu habitat natural. A caça predatória, embora ilegal, ainda representa um risco em algumas regiões.
Para reverter esse cenário, um novo plano de proteção para o tatu-bola e outras espécies ameaçadas deve ser implementado. A estratégia inclui a ampliação de unidades de conservação, como o Parque Nacional da Serra das Confusões e o Parque Nacional de Sete Cidades, no Piauí, além de medidas de preservação e recuperação da vegetação da caatinga. Especialistas ressaltam a importância dessas áreas para a biodiversidade, pois concentram diversas espécies em risco.
A criação de refúgios e a gestão adequada dessas unidades são cruciais para garantir a sobrevivência do tatu-bola. A espécie, classificada como "em perigo" desde 2014, depende de esforços conjuntos entre governo federal, estados e municípios para que seu futuro seja assegurado.