PDT exige vaga em chapa de Haddad para eleições em SP

PDT lança manifesto reafirmando apoio a Haddad em SP e exige a primeira suplência ao Senado. Partido defende nome de Antonio Neto para fortalecer aliança.

PDT exige vaga em chapa de Haddad para eleições em SP

O Partido Democrático Trabalhista (PDT) formalizou, nesta sexta-feira (3), seu posicionamento em relação às próximas eleições em São Paulo ao divulgar um manifesto. Na carta, a legenda reafirma o apoio à pré-candidatura de Fernando Haddad (PT) ao governo do estado e reivindica um espaço estratégico na composição da chapa: a primeira suplência em uma das candidaturas ao Senado.

O partido argumenta que a participação ativa do PDT na chapa majoritária, especificamente na posição de suplente ao Senado, é fundamental para conferir maior solidez, pluralidade e conexão com o eleitorado paulista. A legenda defende que a "contribuição histórica e programática do trabalhismo" deve estar no centro da construção política.

## Contexto da Aliança Eleitoral

O manifesto surge em um momento crucial para a consolidação da aliança democrática em São Paulo. O PDT expressa que, com a definição de Haddad como candidato ao governo e Márcio França (PSB) como vice, além dos nomes de Marina Silva (Rede) e Simone Tebet (PSB) cogitados para o Senado, é necessário agora fortalecer a união. A legenda vê a ocupação da primeira suplência como um "gesto importante de reconhecimento" da sua força e participação na articulação política.

## Proposta de Nomeação

Para ocupar a vaga de primeira suplência ao Senado, o PDT sugere o nome de Antonio Neto, atual vice-presidente do partido em São Paulo, membro da Executiva Nacional e presidente da Central dos Sindicatos Brasileiros. Segundo o partido, essa escolha estaria alinhada com os "anseios da militância trabalhista paulista" e representaria um elo direto com as bases.

## Prioridades da Campanha

Fernando Haddad, que deixou o comando do Ministério da Fazenda em março de 2026, já anunciou que a segurança pública será um dos pilares centrais de sua campanha eleitoral. A definição de Márcio França como vice ocorreu após intensas negociações sobre os nomes que comporiam o Senado pela frente política da esquerda, evidenciando a complexidade na formação da chapa.