Raimundo Alves deixa comando do Gabinete Civil após 7 anos; Virgínia Ferreira assume

Raimundo Alves Junior deixa o Gabinete Civil do RN após sete anos. Virgínia Ferreira, atual secretária de Planejamento, assume a pasta, indicando continuidade na gestão estadual.

Raimundo Alves deixa comando do Gabinete Civil após 7 anos; Virgínia Ferreira assume

Raimundo Alves Junior pediu exoneração do cargo de secretário-chefe do Gabinete Civil do Rio Grande do Norte. A decisão, comunicada nesta terça-feira (30), encerra uma trajetória de sete anos e meio à frente de uma das pastas mais estratégicas do governo estadual, iniciada em janeiro de 2019, quando Fátima Bezerra assumiu a governadoria.

Alves, que é formado em Ciências Econômicas, foi elogiado pela governadora pela dedicação e pelo profissionalismo. Fátima Bezerra ressaltou o "espírito público" do agora ex-secretário e destacou os avanços conquistados durante sua gestão, incluindo a implementação de políticas públicas e a melhoria da integração entre as ações governamentais e o diálogo institucional com os demais poderes do estado.

"Estamos abrindo mão de um dos nossos principais secretários, um profissional comprometido e de enorme espírito público. Raimundo segue para uma nova missão, mas deixa avanços significativos na implementação das políticas públicas propostas por este governo, como também na integração das ações governamentais e diálogo institucional com os demais poderes", declarou a governadora em nota oficial.

A sucessão na chefia do Gabinete Civil será feita por Virgínia Ferreira, que já integra a equipe de governo desde o seu início, em 2019. Atualmente, Ferreira ocupa o cargo de secretária de Planejamento do Estado. Sua nomeação para a pasta central do Gabinete Civil indica uma continuidade na linha de gestão estabelecida pelo governo Fátima Bezerra.

A mudança representa um momento de transição em uma área crucial para a administração pública, responsável por coordenar e articular as políticas do Executivo. A permanência de figuras chave na gestão, como Virgínia Ferreira, sugere um esforço para manter a estabilidade e a eficiência nas ações governamentais, mesmo com a saída de um integrante considerado fundamental por Fátima Bezerra.