Trump nomeia astrofísico para investigar OVNIs nos EUA

Astrofísico Avi Loeb chefiará conselho científico para investigar OVNIs nos EUA sob governo Trump. Grupo terá acesso a mais de 50 registros para análise.

Trump nomeia astrofísico para investigar OVNIs nos EUA

O astrofísico israelense-americano Avi Loeb foi selecionado para chefiar um novo conselho científico encarregado de analisar Fenômenos Aéreos Não Identificados (UAP), anteriormente conhecidos como OVNIs. A iniciativa visa assessorar a administração do presidente Donald Trump na compreensão desses eventos misteriosos.

Loeb revelou que o convite partiu de um representante do Gabinete do Diretor de Inteligência Nacional, com colaboração do Pentágono, FBI e Casa Branca. "A primeira coisa que fizemos após a reunião foi solicitar mais de 50 itens de informação sobre incidentes conhecidos e, potencialmente, outros materiais, caso existam", declarou o cientista, destacando a abertura para além de registros visuais.

## Formação de Conselho Multidisciplinar

Para compor o grupo de elite, Avi Loeb reuniu aproximadamente 15 especialistas de diversas áreas do conhecimento. A equipe inclui profissionais de física, oceanografia, estatística, análise de dados e psicologia, garantindo uma abordagem multifacetada para a investigação.

## Desclassificação e Hipóteses

O astrofísico elogiou a decisão do governo Trump em desclassificar informações sobre os UAPs. Loeb apresentou duas linhas de investigação principais para os fenômenos. A primeira considera a possibilidade de serem tecnologias humanas avançadas, levantando questões de segurança nacional, especialmente se sobrevoarem áreas estratégicas dos EUA. A segunda hipótese, mais especulativa, sugere que alguns desses objetos possam ter origens não humanas.

Loeb ressaltou que a busca por conhecimento científico externo indica que o governo ainda não possui respostas definitivas. "Se eles tivessem certeza de que estão lidando com objetos feitos por humanos, teriam uma troca de memorandos classificados dentro do Pentágono ou das agências de inteligência", observou o pesquisador em suas redes sociais, sublinhando a importância da colaboração científica para desvendar o enigma.