BRB nega venda de consórcios por funcionário investigado
BRB esclarece que funcionário investigado pela PCDF em esquema de consórcios falsos não vendia produtos do banco.

O Banco de Brasília (BRB) emitiu um comunicado nesta quinta-feira (23) para esclarecer que o funcionário investigado pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) em um esquema de venda de consórcios inexistentes não atuava na comercialização de produtos do banco. A operação da PCDF apura um esquema que causou prejuízo a 45 vítimas e resultou no bloqueio de R$ 14 milhões em bens.
Segundo a nota oficial, o BRB reitera seu compromisso com a ética e a transparência. A instituição financeira informou que está colaborando com as autoridades para o esclarecimento completo dos fatos. A investigação da PCDF busca desarticular a organização criminosa responsável pela fraude.
O esquema envolvia a promessa de venda de consórcios que, na verdade, não existiam, levando as vítimas a efetuarem pagamentos indevidos. A ação policial visa recuperar os valores e responsabilizar os envolvidos.