PT SP nega ligação com crime após prisão de vereador
Presidente do PT de SP se diz surpreso com prisão de vereador Senival Moura em operação contra crime organizado. Partido nega compactuação.

O Partido dos Trabalhadores (PT) em São Paulo afirmou não compactuar com o crime organizado, após a prisão de seu vereador Senival Moura na Operação Última Parada, deflagrada pela Polícia Civil e Ministério Público. Hélio Rodrigues, presidente do Diretório Municipal do PT-SP e colega de Moura, expressou surpresa com o ocorrido e informou que o partido discute internamente a posição oficial sobre o caso.
Segundo as investigações, Senival Moura atuava informalmente como diretor na empresa de ônibus Transunião, tomando decisões financeiras. Ele teria sido identificado em mensagens e planilhas pelo codinome 'véio'. A defesa do vereador não retornou contato até o momento.
O prefeito Ricardo Nunes comentou que os ônibus da Transunião continuarão operando, mas não descartou uma possível intervenção da SPTrans na companhia.