OAB-SP defende atuação em caso Deolane e reforça lei
Presidente da OAB-SP, Leonardo Sica, defende atuação da entidade no caso Deolane Bezerra, afirmando que a Ordem protege prerrogativas e aplica a lei igualmente a todos os advogados.

O presidente da OAB-SP, Leonardo Sica, defendeu a atuação da entidade no caso da influenciadora e advogada Deolane Bezerra. Em vídeo divulgado nas redes sociais, Sica explicou que a Ordem agiu dentro de sua missão legal, protegendo as prerrogativas da advogada e, posteriormente, suspendendo seu exercício profissional.
"Na OAB de São Paulo, ninguém está acima da lei e ninguém está abaixo da lei", declarou Sica. Ele esclareceu que a OAB entrou com pedido de habeas corpus para que Deolane, presa preventivamente desde maio por suspeitas de lavagem de dinheiro, associação ao tráfico e participação em organização criminosa, fosse transferida para uma Sala de Estado-Maior ou prisão domiciliar, uma prerrogativa legal para advogados.
Posteriormente, a OAB anunciou a suspensão do exercício profissional de Deolane por 90 dias, prazo que pode ser estendido. Segundo Sica, a entidade não entrou no mérito do caso, apenas cumpriu seu papel de garantir a prerrogativa e, em seguida, aplicar o Código de Ética. Ao final do processo disciplinar, a advogada poderá ser absolvida ou sofrer outras sanções.