Sefer Investimentos: Histórico de Mudanças e Operações Policiais
Sefer Investimentos, com liquidação decretada pelo BC, tem histórico de trocas de nome e investigações da PF, ligada a esquemas de fraude em fundos.

A Sefer Investimentos, distribuidora financeira cuja liquidação extrajudicial foi determinada pelo Banco Central, possui um histórico marcado por diversas mudanças de nome e investigações da Polícia Federal. A empresa, que segundo sua própria divulgação gerencia mais de US$ 22 bilhões em ativos, foi envolvida em operações como a Compliance Zero e a Fundos Fake, esta última deflagrada em 2020. As investigações miram esquemas de fraude em fundos, com a Sefer sendo apontada como controlada por Benjamin Botelho de Almeida.
Criada em 1994 e com sede na Faria Lima, em São Paulo, a Sefer já se chamou Foco até dezembro de 2023. Documentos também a associam ao nome Índigo Investimentos, utilizando o mesmo CNPJ. Benjamin Botelho de Almeida, ex-funcionário do Banco Garantia, é apontado como figura central em investigações relacionadas ao Master.
A gestora já se manifestou anteriormente, afirmando não ter administrado recursos de origem ilícita. A Sefer também figurou na lista de credores do grupo Fictor, posição que negou, declarando atuar apenas como administradora de fundos de terceiros.